terça-feira, 14 de março de 2017

DHPP investiga assassinato de PM em Natal; suspeitos são detidos

Policial Aldo Tavares Irineu também gostava de cantar (Foto: Divulgação / PM)
Policial Aldo Tavares Irineu também gostava de cantar (Foto: Divulgação / PM)
A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa iniciou as investigações sobre a morte do sargento da Polícia Militar Aldo Tavares Irineu, de 41 anos. Ele foi assassinado na manhã desta terça-feira (14), na rua Cícero Pinto, no bairro Lagoa Nova, na Zona Sul de Natal. Um veículo suspeito de ter sido usado pelos bandidos foi encontrado na Zona Norte da capital e dois suspeitos detidos e conduzidos à DHPP.
O policial estava em um estabelecimento comercial quando os bandidos chegaram para assaltar. O sargento Irineu foi rendido e, em determinado momento, foi baleado pelas costas. A Polícia Civil investiga se o PM teria reagido ou se os criminosos perceberam que ele era policial e por isso o mataram.
A arma do sargento também foi roubada pelos assaltantes. Os bandidos estavam em um veículo Gol, de cor branca. O carro com as mesmas características foi encontrado no início da tarde, abandonado em um posto de combustíveis, na Zona Norte.
Testemunhas contaram à polícia que os ocupantes desse veículo teriam fugido em outro carro, modelo Corolla, de cor branca, em direção a estrada de Extremozx. Um documento foi encontrado no Gol e a polícia investiga se ele é de um dos autores do assalto que resultou na morte do PM.
Logo após o assassinato do sargento Irineu, a Polícia Militar realiza buscas aos suspeitos, inclusive, com apoio do helicóptero Potiguar 01. Nesta tarde, dois homens foram detidos por policiais do 4º Batalhão no bairro Nordeste. Um deles teria abandonado o veículo Gol e o outro seria o condutor do Corolla que teria resgatado os suspeitos. Os dois foram levados à delegacia da Polícia Civil para esclarecimentos e possível reconhecimento.
O delegado Ernani Júnior, da DHPP, disse ao G1 que as investigações estão ainda no início e, por isso, não poderia repassar detalhes. "A gente esteve no local do crime colhendo alguns detalhes e, inclusive, já tivemos acesso a algumas imagens, mas não podemos adiantar nada para não atrapalhar as investigações".

Fonte: G1/RN

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