O Repórter do Povo

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Pombal (PB) - Acusado do assassinato de Léo Boca de Lata com 10 tiros de pistola foi preso na Paraíba

Praticando direção perigosa após ter ingerido bebidas alcoólicas, o jovem Luiz Paulo Almeida Alves, de 24 anos, mais conhecido como "Toinho DVD" ou “Paulista”, residente na Rua Construtor José Sabino, 24 (Bairro Antônio Vieira) em Juazeiro do Norte, foi preso no município de Pombal (PB). Segundo a polícia, o mesmo fazia manobras arriscadas em seu Fiat Uno Mille de cor cinza e placas KHF-6985, inscrição de Augustinópolis (TO).
Mais que isso, na carceragem da Delegacia de Policia Civil de Pombal, ele subia nas grades e gritava bastante chegando a arrancar telhas e jogá-las no chão, causando danos ao patrimônio público. Ao notarem o lacre interior do forro do veículo solto, os policiais decidiram por uma vistoria e ficaram surpresos com o que encontraram. Ali estavam cinco pares de placas de diversos veículos tipo camionetes e uma lata vazia de cerveja com alguns furos normalmente usada no consumo de crack. A polícia paraibana descobriu ainda que o Fiat não possui número do chassi, bem como Toinho ou Paulista já responde por vários crimes em Crato e Juazeiro do Norte contra o qual existe mandados de prisão. Um dos crimes foi o homicídio contra o jovem Leonardo Gonçalves Matos, de 22 anos, o “Léo Boca de Lata” no dia 22 de fevereiro de 2011 em Juazeiro, assassinado com 10 tiros de pistola. A mãe dele, Flávia Maria Gonçalves dos Santos, de 37 anos, saiu lesionada no ombro esquerdo e abdômen. Quanto a prisão dele em Pombal, o agente Cristiano Torres fez questão de divulgar as placas encontradas dentro do Fiat do acusado ante a expectativa do surgimento de supostas vítimas. São elas: KCB-7374 de Araguaína (TO); KDL-8620 de Itupiranga (PA), BLJ-0951 de Tocantins; JHH-7777 de Filadélfia (TO); e JTB-9158 do Maranhão. Contatos com a 8ª Delegacia Regional de Polícia Civil daquela cidade podem ser feitos pelo telefone (83) 3431.2223. 
HISTÓRICO – Quando foi preso no dia 22 de fevereiro do ano passado, momentos após o assassinato de Léo Boca de Lata, que residia na Rua José Marrocos, Paulista, como disse ser o seu apelido por aqui, tentou fugir a o cerco da polícia. Ele se refugiou na casa de Cícero Ferreira da Silva na Rua Monsenhor Lima, 150 (Vila Santo Antônio) e saiu pulando muros de residências. Na época, a polícia informou que o mesmo já respondia por homicídio, receptação, tráfico, porte ilegal de arma e furtos.
Perto de onde foi preso, os PMs encontraram o veículo Celta de cor preta, usado no homicídio, e com uma perfuração à bala do lado esquerdo acima do pneu traseiro. Paulista foi um dos três acusados deste crime ocorrido há quase um ano. Léo foi morto na Rua Rui Barbosa entre as ruas São Pedro e José Marrocos. Além da mãe dele, um jovem de 23 anos foi atingido no antebraço esquerdo. O motorista do Ford Fiesta de cor prata no qual viajavam, antes dos tiros, João Custódio da Silva Neto que escapou ileso.

Fonte: Miséria

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